O que os mestres têm a nos ensinar

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João da Cruz, figura miúda. Já foi chamado carinhosamente e contato como meio’ frade’. Mas, como não podemos avaliar o perfume pelo tamanho do frasco, aí está o Doutor da Igreja a desbancar muitos intelectuais e ser único na poesia* por seu espírito estar próximo a Deus relatando o sentimento e cantarolando a comunhão filial no momento derradeiro do desencarne.

A Noite Escura da AlmaComo o Amado vem selar o Matrimônio indelével, chamado “Núpcias do Cordeiro” pelo Apocalipse.

“-Eis que as Núpcias do Cordeiro Redivivo se aproximam.

Sua esposa se enfeitou, se vestiu de linho puro.

Aleluia, Aleluia!”

Cf. Ap 19,1-2.5-7

A comunidade dos que crêem em Jesus e praticam sua Palavra são esta esposa toda enfeitada!!!

Você cantaria ao receber o presente da vida no espírito? Hoje para casar todos querem ter laços firmes com o Amado e só depois selar a Aliança. Então, é tempo de Esperar contra toda Esperança e viver hoje a revelação do Cristo que quer-nos próximo ao seu coração. Que estamos a esperar neste vale de lágrimas?

Eis que vem o Esposo!

Estejamos prontos!

Helder Camarra

*A Noite Escura da Alma (em castelhano La noche oscura del alma) é um poema escrito no século XVI pelo poeta espanhol e místico cristão João da Cruz e de um tratado por ele escrito posteriormente que consiste num comentário ao poema.

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Com estas palavras

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Dom Hélder Câmara e eu iniciávamos no dia 28 de outubro de 2012 esta nova tarefa de intercâmbio.

Venha conhecer neste espaço um pouco desta trajetória tecida com respeito e fé.

Iniciava com o texto intitulado Gotas de Remédio:

Aqui vai para o leitor e a leitora atentos um pouco da reflexão deste Padre que tece comentários após o seu desencarne. Conclamo a quem possa interessar que estou vivo e que quero o bem dos irmãos que ainda labutam na vinha do Senhor.
Minhas palavras são de Paz e Esperança.
Caminhemos juntos. Quero espargir por este mundo as gotas do remédio da conscientização e responsabilidade de sermos seguidores de Cristo.
Avancemos sempre!
Com um cordial abraço, Helder Camara.